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"Não basta a Justiça ser célere, precisa ser acessível"

Todos têm na ponta da língua um discurso crítico sobre a morosidade da Justiça. Mas a questão do acesso tem sido deixada de lado. Leia artigo.

A maioria das pessoas tem na ponta da língua um discurso crítico sobre a morosidade da Justiça no Brasil. Mas a questão do acesso tem sido deixada de lado.

O tema é discutido em artigo do secretário da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Marcelo Vieira de Campos. Para ele, "do ponto de vista de uma revolução democrática da Justiça, não basta apenas à celeridade, deve-se garantir, acima de tudo, uma Justiça cidadã, aberta e próxima ao povo."

Acrescenta ainda que "devemos antes debater as verdadeiras causas da morosidade, o distanciamento e a falta de confiança na Justiça, o custo e a dificuldade de acesso, a judicialização excessiva, o excesso de formalismo, e ainda, investir na orientação da sociedade quanto seus direitos e deveres."

A posição coincide com o que pensa o Instituto Pro Bono, quem vem chamando a atenção, desde a sua fundação, há 10 anos, para a importância do acesso à Justiça como um elemento fundamental da democracia.

Leia  íntegra do artigo: http://www.conjur.com.br/2011-dez-29/retrospectiva-2011-nao-basta-justica-celere-acessivel




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